quinta-feira, 2 de abril de 2009

Site Cenário Cultural está divulgando gratuitamente livros de autores Sorocabanos e Votorantinenses


O objetivo está em divulgar obras e autores de Sorocaba e Votorantim, assim projetar obras locais nacionalmente e internacionalmente, tirar o escritor do anonimato e salientar o crescimento da literatura local.
Como participar?
O autor pode participar enviando a capa, a sinopse do livro e uma pequena biografia do autor para o e-mail http://br.mc329.mail.yahoo.com/mc/compose?to=contato@cintianmoraes.com.br ou se preferir se cadastrar no site pelo endereço http://www.cintianmoraes.com.br/

Observação: o Cenário Cultural não tem o caráter comercial e não venderá livros no site, o espaço existe somente para divulgar as obras. Em troca, o site gostaria se possível, ter um exemplar do livro em seu acervo físico para que, futuramente, possa colocar em funcionamento uma biblioteca móvel, onde jovens poderão ter acesso aos livros lançados nas duas cidades.

Att,
Cintian Moraes
Cenário Cultural - http://www.cintianmoraes.com.br/

sexta-feira, 20 de março de 2009

As lições de vida e morte dos grandes filósofos

Professor dos EUA produz lista divertida sobre a causa mortis dos pensadores

Sérgio Augusto
Os filósofos costumam durar mais que a gente ou é apenas impressão?

Mais que a maioria dos tiranos eles duram, e isso é um consolo. Sêneca, por exemplo, morreu com 71 anos, idade avançadíssima para a época (século 1 d.C.), ao passo que seu algoz, Nero, não foi além dos 32. Tales de Mileto, o primeiro filósofo ocidental, e Sócrates também chegaram aos 70. Demócrito atingiu o recorde de 109 anos, nove a mais que o pitagórico e místico ambulante Apolônio de Tiana. Pitágoras, Solon e Platão viveram até os 80, feito mais notável antes da Era Cristã do que os 92 alcançados pelo hermeneuta francês Paul Ricoeur em 2005. Claude Lévi-Strauss, não custa lembrar, continua vivo - e, desde novembro, centenário.
Se não foi apenas uma figura lendária, como muitos acreditam, o cretense Epimenides logrou atravessar quase dois séculos de vida, um quarto dos quais teria passado dormindo numa caverna, como um Rip van Winkle do século 6 a.C. Desconsiderem-no, portanto. Mas mantenham Calígula (que não passou dos 28) e os demais césares. Napoleão? Morreu cinquentão.
Vez por outra, alguém se interroga sobre a proverbial longevidade dos filósofos; geralmente na Inglaterra, onde também é grande o interesse em torno da maneira trágica como a maioria dos filósofos costuma partir desta para melhor. "Todos os filósofos eminentes dos últimos dois séculos ou foram assassinados ou disso escaparam por pouco", notou Thomas de Quincey, em meados do século 19.
Inspirado por essa observação, o emérito professor de filosofia D.H. Mellor, da Universidade de Cambridge, produziu uma lista de não sei quantos filósofos com sua respectiva "causa mortis"; não a verdadeira, visando dar sustentação à tese de De Quincey, mas a que o seu senso de humor, inspirado nas idéias de cada um deles, logo, só para os iniciados, ditou. Segundo Mellor, Leibniz teria (ou deveria ter) morrido de "monadanucleose"; Marx, de "causas materiais"; Henri Bergson, de "élan mortal"; Maquiavel, vitimado por uma "intriga"; e Lutero, por uma "dieta de vermes" (no original, Diet of Worms, referência à Dieta de Worms, a cimeira de 1521 na cidade alemã de Worms, em que Lutero se recusou a baixar a crista para o Vaticano).
Recentemente, outro professor de filosofia britânico, Simon Critchley, há tempos dando aula na New School for Social Research, em Nova York, investigou a suspeita firmada por De Quincey e descobriu que os grandes filósofos, vida longa à parte, não só costumam sofrer muito antes de morrer como, desde a Antiguidade, preocupam-se à beça com a questão da "boa morte".
A maioria dos 190 exemplos por ele arrolados, sob a forma de verbetes, em The Book of Dead Philosophers (O Livro dos Filósofos Mortos), editado pela Granta?s na Inglaterra e pela Vintage nos Estados Unidos, comprova essa tendência. A lista começa com os pré-socráticos e vem até o século 20. Ou seja, de Tales de Mileto (que morreu de desidratação enquanto assistia a uma prova de atletismo) a Michel Foucault (que morreu de aids) e Guy Debord (que se matou).
Sócrates foi condenado a beber cicuta. Aristóteles ingeriu uma ranunculácea venenosa. Heráclito sufocou-se em estrume de vaca. Empédocles jogou-se no vulcão Vesúvio. Diógenes ou prendeu o fôlego além da conta ou intoxicou-se com um polvo cru. Diderot engasgou-se com um damasco. Uma indigestão de patê trufado levou ao túmulo o reputado médico-filósofo do século 18 Julien Offray de la Mettrie. O poeta latino Lucrécio só morreu relativamente jovem (43 anos) porque se suicidou, no século 1 a.C. Maquiavel terminou seus dias na miséria. Karl Max tinha o corpo coberto de carbúnculos quando a morte o pegou dormindo numa poltrona. Nietzsche demorou uns 10 anos sendo consumido pela sífilis e a loucura. Roland Barthes foi atropelado por uma ambulância. Pouco antes de enfartar, Hannah Arendt caiu num bueiro ao sair de um táxi em frente ao prédio onde morava, em Manhattan. Francis Bacon meteu-se a refrigerar um frango com um punhado de neve de uma rua londrina, pegou friagem e...
De todos esses terríveis epílogos, o do filósofo e dramaturgo Sêneca foi o que mais me impressionou. Conselheiro de Nero e por este condenado ao suicídio, em 65 d.C., lembramo-nos dele na célebre pintura de Rubens (circa 1601), que nem de longe retrata as agruras por que passou antes de tomar aquele fatal banho de tacho. O estoico romano primeiro cortou os pulsos. Perdeu rios de sangue, mas continuou vivo. Aí pediu veneno (acônito, o mesmo que teria matado Aristóteles), e nada. Metido por seus serviçais num tacho de água quente, ali, finalmente, desencarnou, provavelmente sufocado pelo intenso vapor do banho.
Albert Camus só ganhou espaço no livro de Critchley por ter qualificado a morte em acidente de carro como a "mais absurda" de todas. Se Camus teve uma morte absurda, as de Periander, Pitágoras e Tycho Brahe foram patéticas, beirando o ridículo.
Periander de Corinto, um dos sete sábios da Grécia, ao lado de Tales, Solon e Chilon, tanto tramou para que seu túmulo jamais fosse encontrado, que acabou assassinado por um dos participantes da trama. Pitágoras não teria sido degolado onde hoje fica a Calábria, na Itália, se tivesse escapulido por uma plantação de feijão. (O autor do mais famoso dos teoremas detestava tanto a leguminosa que se recusava até a olhar um feijoeiro, quanto mais esgueirar-se no meio de um feijoal.) Tycho Brahe, o desnarigado astrônomo dinamarquês do século 16, grande revisor do universo ptolomaico, poderia ter chegado aos 60 anos, ou ido além disso, se não tivesse deixado para fazer xixi depois de um banquete que durou horas - e culminou com o estouro da bexiga do astrônomo.
"Morte? Não penso nisso", vangloriava-se Jean-Paul Sartre. Foi uma exceção à regra. Cícero, citado na introdução de O Livro dos Filósofos Mortos, achava que "filosofar é aprender a morrer", acrescentando: "O medo da morte é o que define a vida humana neste canto do planeta, no momento presente." Montaigne recomendava que aqueles que ensinam as pessoas a viver, isto é, os filósofos, deveriam ensiná-las também a morrer.
Num dos quatro diálogos que Platão lhe dedicou, Sócrates comenta (para Símias) que "os verdadeiros filósofos exercitam-se para morrer", daí seu pouco ou nenhum temor da morte. "Eu destoaria, se, na minha idade, me agastasse por ter de morrer em breve", diz ao igualmente velho Critão, numa cela de Atenas, às vésperas de sua "execução".
Para Epicuro, o medo da morte e o anseio da imortalidade são os sentimentos que mais arruínam nossa passagem por este mundo. Viver bem e morrer bem tinham, para ele, o mesmo peso. Se a vida deve ser entendida como uma prática ou uma preparação para a morte ("Do ponto de vista da morte, a vida nada mais é que a produção de um cadáver", escreveu Walter Benjamin, que, aliás, se suicidou em 1942), o contentamento da alma é muito mais que um vão desejo, é uma obrigação.
Contrastando com pitagoreanos, platônicos e estoicos, Epicuro via a morte como uma extinção completa e a alma, como apenas um amálgama temporário de partículas atômicas. O pai do epicurismo morreu sete anos depois de Platão. Sempre adoentado, não resistiu às dores de uma cólica renal, mas despediu-se sorrindo, afiançando a amigos e discípulos que seu sofrimento fora sempre contrabalançado pela alegria proporcionada pelos exercícios do raciocínio.
Quase dois mil anos mais tarde, o empirista escocês David Hume se despediria dos vivos na maior euforia, apesar das fisgadas que lhe pungiam o abdome. Talvez porque, segundo inconfidência de James Boswell, o maior ateu de Edimburgo passara a acreditar na possibilidade de vida depois da morte. Até Sócrates, com o pé na cova, reconsiderou seu ceticismo. "Tenho uma boa esperança de que alguma coisa espere os mortos e, segundo velha tradição, seja muito melhor para os bons do que para os maus", revelou numa conversa com Fédon e Equécrates. E sorveu em paz sua cicuta.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

O Big Brother tem novidades, mas nunca perde a essência

Cintian Moraes - 31/01/09

Ao contrário do que muita gente imagina, o Big Brother não é apenas um programa de televisão inventado na Holanda, esse nome foi usado em 1948 pelo jornalista inglês Eric Artur Blair, que assinava com o pseudônimo de George Orwell.
O escritor publicou a obra Animal Farm, que no Brasil recebeu o título de A revolução dos bichos, trata-se de uma alegoria político-infantil que denunciava a suposta predisposição da humanidade para a violência e como um grupo de pessoas que conviviam com o governante poderia tomar o poder em nome do povo. Orwell foi impulsionado a escrever sobre as cicatrizes do Ocidente que ainda estavam abertas pelos regimes totalitários de Adolf Hitler, na Alemanha nazista e de Joseph Stálin, na União Soviética comunista. A obra A revolução dos bichos usa as palavras “granja” dirigindo-se à sociedade e “porcos” dirigindo-se aos ditadores, tudo para relacionar ao regime. No mesmo ano, o jornalista também escreveu o livro 1984, que é a seqüência dos seus pensamentos cuja sua maior preocupação era denunciar o controle do Estado sobre os cidadãos.
O romance 1984 é uma forma pessimista de ver o resultado da guerra para o futuro da humanidade dominada pelo totalitarismo que é o “Estado Maior”. Foi nessa obra de Orwell que surgiu então o personagem chamado “Big Brother”, que ele se dirigia ao “Todo Poderoso” do poder.

O livro 1984

O romance retrata um Estado onipresente (que está presente em toda parte), com capacidade para alterar a história e o idioma, de manipular, oprimir e torturar o povo, com o objetivo de manter a sua estrutura inabalada. Estrutura essa onde havia a total separação social, não havia imprensa livre, sindicatos ou associações e nem mesmo famílias harmoniosas, só se encontrava a tirania e a vigilância coesa do Estado. Todos os cidadãos eram obrigados a amar e a seguir a risca todos os comandos do regime do poder supremo. Para garantir a manutenção do regime totalitário, toda a sociedade era controlada por Teletelas que eram ao mesmo tempo televisor e câmera de vigilância que não poderiam em hipótese alguma ser desligadas, apenas ter o seu volume diminuído.
Quem controlava essas Teletelas, que funcionavam para vigiar os cidadãos, era o dirigente máximo chamado de Grande Irmão o “Big Brother”. O tirano não tinha nome e nunca foi visto em público, tratava-se de um anônimo.
O livro conta a história de um funcionário do Ministério da Verdade, Winston Smith, que tem a função de reescrever e alterar dados de acordo com o interesse do poder.
Smith questiona a opressão que o Estado exerce sob os cidadãos e se revolta, mas ele sabe que se alguém pensasse diferente, cometeria crimidéia (crime de idéia) e fatalmente seria capturado e vaporizado, isso é, desaparecia do mapa.
Smith se apaixona por Julia que também serve ao Partido e se alia a ela, juntos conhecem O’Brien que de primeiro momento acredita ser um aliado. Os pensamentos de Smith são descobertos e ele é preso e torturado por O’Brien que o traía e que também já havia sido torturado pelo mesmo motivo. Para Smith, só restava se entregar às obrigações do Partido e amar o Grande Irmão. Júlia também passa pelas mesmas torturas e os dois se rendem e se adaptam completamente ao mundo totalitário.
Esta idéia deu origem ao formato do programa de televisão o Big Brother.
Como o programa de TV consiste numa casa em que os participantes são vigiados por câmeras, a comparação é feita á partir de que os telespectadores vigiam os participantes e eliminam aqueles que não são considerados bons, assim como no enredo do livro.

O programa Big Brother Brasil

No dia 16 de setembro de 1999, o canal holandês Verônica lançou o primeiro programa de TV da série Big Brother. No ano seguinte, o fenômeno se espalhou por outros 19 países, como Alemanha, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Portugal, Suíça, Suécia e Bélgica. Em todos eles, o programa virou sinônimo de sucesso e audiência. Seus participantes e vencedores tornaram-se celebridades da noite para o dia e faturaram fortunas em prêmios. Em 2002, foi apresentado o primeiro Big Brother Brasil pela Rede Globo de Televisão. Como não seria diferente dos outros países, aqui o programa também virou febre e se tornou um líder em audiência como diz Pedro Bial, apresentador do programa.
Neste ano, na nona edição, o Big Brother Brasil apresentou algumas das novidades aos telespectadores como “A Casa de Vidro” uma bolha montada no Via Parque Shopping, o lado “A” e “B” que divide a casa e dois participantes sexagenários integrantes da equipe. Ao que tudo indica essa nona edição ainda trará mais novidades.
Cintian Moraes

Jornalista graduada pela Universidade de Sorocaba, especializada em Webjornalismo, produtora e editora do Site Cenário Cultural, organizadora da Coletânea infanto-juvenil Rodamundinho 2008 e assessora de comunicação da Semana do Escritor de Sorocaba e Região.
Apaixonada por webjornalismo e por literatura brasileira e regional.
Contato: contato@cintianmoraes.com.br

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Guia prático da nova ortografia ed. Melhoramentos

A Editora Melhoramentos oferece aos visitantes de seu website a opção de fazer o download gratuito do "Guia Prático da Nova Ortografia", obra lançada em agosto de 2008, contendo informações sobre o que muda na ortografia da Língua Portuguese com a entrada em vigor do Acordo Ortográfico. A obra visa a suprir a demanda de esclarecimentos inexistentes no texto oficial do Acordo Ortográfico e informa detalhes sobre as mudanças nas regras de acentuação, uso do hífen etc.

Um site que corrige automaticamente a sua escrita de acordo com a nova ortografia!

Um site que corrige automaticamente a sua escrita de acordo com as novas regras ortogr€ ¦áficasInforma€ ¦ção nunca € ¦é demais!!Um site que corrige automaticamente a sua escrita de acordo com as novas regras ortogr€ ¦áficasNestes tempos de mudan€ ¦ças ortogr€ ¦áficas, sempre temos d€ ¦úvidas. Para quem quer uma resposta r€ ¦ápida, uma € ¦ótima dica € ¦é este site em que voc€ ¦ê digita a frase e ele responde com as novas regras em vigor: http://ramonpage. com/ortografa/
Eu usei a frase "As conseq€ ¦üências do anti-semitismo s€ ¦ão desastrosas, uma p€ ¦éssima id€ ¦éia", como exemplo e o site me retornou: "As consequencias do antissemitismo s€ ¦ão desastrosas, uma p€ ¦éssima ideia". Neste acordo que rege as mudan€ ¦ças em nossa L€ ¦íngua, o Brasil ter€ ¦á at€ ¦é 20/12 para se adaptarOBS: se vc usa o Mozzilla firefox, copie o endere€ ¦ço daqui e cole no Mozzilla

Projeto Ler é Bom, Experimente!

http://achamarteblogspotcom.blogspot.com/
Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009. Projeto Ler é Bom, Experimente! - Recebo , do Sorocaba News, enviado por Douglas Lara, encontramos a possibilidade que deveria ser apanhada com unhas e dentes pelos que podem ajudar na expansão da Leitura ,.

Laé de Souza tem um estilo gostoso de ler, sua prosa pode ser facilmente compreendida pelos jovens e apreciada pelos adultos, mas o mais importante é a ação de levar livros -o que sobremaneira incentiva o hábito da leitura. Quando, no Hospital Júlia Kubtischeck, criei uma pequena biblioteca,para empréstimos aos adolescentes, dava prazer encontrar leitores ávidos e formar novos. Também em Mariana (*)e Ipatinga, cidades mineiras, foram desenvolvidos interessantes ações em prol da leitura.

Agora, abaixo, confiram e participem:

"Projeto "Ler é Bom, Experimente!" abre inscrições para 500 escolas públicas em todo o Brasil. O projeto de incentivo à leitura "Ler é Bom, Experimente!", criado em 2000 pelo escritor Laé de Souza, que tem o patrocínio pelo segundo ano consecutivo da Companhia de Seguros Aliança do Brasil, empresa do Banco do Brasil, e o apoio do Ministério da Cultura, está com as inscrições abertas a partir de 15 de janeiro de 2009 pelo site www.projetosdeleitura.com.br.

O programa é voltado às escolas da rede pública de todo o país, com turmas a partir da 6ª série do ensino fundamental e tem como objetivos incentivar o hábito da leitura e escrita e estimular a criação de textos, performances, discussões e debates nas salas de aula.

Esta iniciativa já atingiu cerca de 2 mil escolas com a participação de 80 mil alunos em todo o país. Neste ano, 500 escolas participarão do projeto e receberão gratuitamente 38 exemplares do livro de crônicas Acontece... e material didático: folhas pautadas para redação, questionários e o Manual do Professor com sugestões para dinamizar a leitura em sala de aula e plano de aplicação do projeto. Na etapa final, os alunos que apresentarem os melhores trabalhos serão premiados com outra obra do autor.

As obras utilizadas nesta edição do projeto são Acontece... e Espiando o Mundo pela Fechadura, de autoria de Laé de Souza, publicadas pela Editora Ecoarte. Os textos retratam o cotidiano de pessoas comuns, situações inusitadas e personagens marcantes, sempre com abordagem bem-humorada e leve, embora crítica, e linguagem coloquial, o que facilita a compreensão dos textos.

Laé de Souza é autor de vários projetos de leitura em execução há dez anos, apoiados pelas leis de incentivo à cultura, focados nas escolas da rede pública, parques, praças, hospitais, transportes coletivos, hipermercados e outros, com o intuito de formar leitores de todas as etnias, faixas etárias, credos e classes sociais. "É preciso criar oportunidades para o público conhecer o mundo maravilhoso da leitura, entretanto, com a preocupação de oferecer obras que lhe prendam a atenção e desperte o interesse por outros livros. O projeto 'Ler é Bom, Experimente!' foi criado para conquistar e formar novos leitores", afirma Laé.

Sobre o autor: Cronista, dramaturgo, bacharel em Direito e Administração de Empresas.Aliança do Brasil - Criada em 1997, a Aliança possui uma diversificada carteira de produtos, composta por mais de 40 tipos de seguros que cobrem riscos pessoais e patrimoniais, entre eles os seguros de vida, residenciais, empresariais, rurais, de transporte e outros. São soluções para necessidades de pessoas físicas e jurídicas, em todos os segmentos, inclusive no agronegócio. A carteira de riscos pessoais e de outros ramos soma mais de 9 milhões de clientes."

Serviço:Inscrições de 15 de janeiro a 30 de março de 2009 pelo site www.projetosdeleitura.com.brInformações: (11) 2743-9491 e 2743-8400Todo o material é fornecido gratuitamente às instituições de ensino.

Assessoria de Comunicação:Rozângela Inojosa Galindo(11) 9261-5500imprensa@projetosdeleitura.com.brwww.projetosdeleitura.com.br

Máquina da Notícia - Assessoria de Comunicação da Aliança do BrasilBeatriz Teixeira – beatriz.teixeira@ maquina.inf.br – Telefone: (11) 3147-7411Tatiane Lima – tatiane.lima@maquina.inf.br – Telefone: (11) 3147-7405.===

http://www.sorocaba.com.br/aconteceSeja bem-vindo ao Acontece em Sorocabadouglara@uol.com.br - fone (15) 3227-2305

(*) Projeto de Poesia e arte na escola, levado pelos aldravistas e premiado pelo PNL

(**)Giro-lê:edição de livros para crianças, pelo CLESI(Ipatinga)/Aldrava letras e Artes(Mariana)

Divulgação?Clevane Pessoa de Araújo Lopes

Diretora Regional do InBrasCi em Belo Horizonte, MG-Brasil Postado por Clevane_em_Pessoa às 08:48 0 comentários Marcadores: Experimente, Projeto Ler é Bom

http://achamarteblogspotcom.blogspot.com/
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http://www.sorocaba.com.br/aconteceSeja bem-vindo ao Acontece em Sorocaba douglara@uol.com.br - fone (15) 3227-2305

Ordem Nacional dos Escritores

ONE diplomou 28 membros em Sorocaba neste ano

No dia 19 de dezembro o presidente da Ordem Nacional dos Escritores, José Verdasca dos Santos, diplomou e entregou mais sete colares a novos associados. A cerimônia aconteceu no Gabinete de Leitura Sorocabano às 10h seguido de um almoço junto aos escritores e novos sócios. No encontro, estavam presentes o presidente do Gabinete, João Oliveira Verlangieri, o diretor do núcleo da região, Douglas Lara, o ex-presidente da Fundec, Alexandre Latuf, os sete novos associados e convidados.
A cerimônia foi abrilhantada pela entrega de colares as mais jovens escritoras associadas, Maria Giulia Jacção Alves e Roberta Rodrigues Giudice, ambas tem nove anos e declamaram suas poesias publicadas na antologia Rodamundinho. O presidente da Ordem acrescentou que anteriormente o Estatuto não previa a admissão de menores de idade em sua associação e que hoje esse termo foi reformulado. “A Diretoria Nacional tudo fará para apoiar, estimular e incentivar aos jovens a seguirem este rumo, propiciando bons exemplos a seus colegas de escola, vizinhos e parentes, nós encaramos este trabalho como uma missão, talvez a mais importante da nossa associação”, comenta Verdasca.
No momento da entrega também foram declamadas poesias pelos escritores Gonçalves Viana, Oswaldo Biancardi, Nicanor Filadelfo, João Verlangieri e pelo presidente da Ordem. Entre os novos membros estavam o escritor e criador do blog literário Singrando Horizontes José Feldman, a poetisa e escritora paranaense Alba Krishna Topan, o jornalista e escritor Pedro Viegas, o editor Mylton Ottoni e o empresário Alexandre Latuf.
Durante a reunião, a TV COM registrou o momento das entregas dos colares, também entrevistou os novos associados e o presidente da Ordem que se emocionou dizendo sobre a importância dos jovens exercitarem a escrita e não somente a leitura. A TV COM (canal 7 da NET Sorocaba) exibiu partes das entrevistas e está preparando uma matéria especial sobre literatura em Sorocaba.
A ONE é uma sociedade civil com fins culturais e científicos, sem objetivos lucrativos e abrange todo o espaço da Lusofonia. Os principais objetivos da Ordem são preservar, promover, estimular, incentivar as atividades literárias de escritores, aconselhar e auxiliar os autores em suas obras e produções, bem como defender a atuação do escritor lusófono na livre manifestação de seu pensamento e em defesa de seus trabalhos e direitos.

São membros da ONE:
Alba Krishna
Alexandre Latuf
Ana Paula Cattai Pismel
Aparecido Gonçalves Viana
Douglas Santos Junior
Edival Moraes Blagitz
Geraldo Bonadio
Guilen Rodrigues da Silva
João Oliveira Verlangieri
José Feldman
José Estevão Pinto de Oliveira
Julia Mira dos Santos
Juliana Guimarães Terse
Lourdinha Blagitz
Larissa Vendrami
Maria Giulia J. Alves
Marilda de Almeida
Mário Pereira Neto
Mylton Ottoni
Nicanor Filadelfo Pereira
Nilza Florentina Vendrami
Oswaldo Biancardi Sobrinho
Pedro Viegas
Renato de Oliveira Leme
Risomar Fasanaro
Roberta Rodrigues Giudice
Rogéria de Oliveira Pregnolato
Sandra M. Julio

Homenagem a ONE, por João Oliveira Verlangieri

Ordem Nacional dos Escritores

Orgulhosos, por nos reunirmos neste augusto sodalício.
Rendemos mil graças ao Menino Deus por seu natalício!
Desenvolve-se neste o ato, a adoção de novos associados:
Escritores que materializaram seu pensamento acumulado,
Meticulosamente gravaram no livro de ouro da ONE, seus nomes no frontispício!

Nas palavras entrelaçadas, tecem seus compêndios os escritores!
Arquitetura dos sonhos e pensamentos de seus autores,
Cada estória, cada lembrança, cada fato da história.
Indicam a consubstanciação da memória, na escrita!
Ousam, desafiam, transpiram letras e versos como dever de artista:
Nascem nos livros desta forma como verdadeiros rebentos,
Acumulados de rabisco, ora despretensiosos, desnudando sentimento.
Lanternas de luz intensa, que os corações conquistam.

Decerto esta manhã é deveras especial:
Organizada pela Ordem Nacional dos Escritores,
Sintetiza este grupo seleto de valor exponencial!

Eis que passamos ao momento da condecoração,
Selando o reconhecimento por tanta dedicação!
Carregareis no peito agora, queridos e novos confrades,
Rica medalha que exalta Platão, o Grande Pensador!
Impõe esta Comenda um compromisso de cabal importância:
Trazê-la próxima do coração requer lealdade e constância!
Olhar para ela significa ver ali naquele espaço, a si próprio espelhado!
Rogo, pois, ao Pai Celeste, abençoá-los imensamente:
Espargindo sobre vós Sua proteção permanente,
Sejam vossas vidas enriquecidas e o futuro como escritores eternamente selado!

Cel. Res PM João Oliveira Verlangieri
Presidente do Gabinete de Leitura Sorocabano
Autor deste Acróstico